Se há um sentinela, ele nos espreita
Todo ato, todo ser
Nos espreita
É no silêncio que eles aparecem
Se há um sentinela, ele caiu da torre
Não mais nos espreita
Não mais
Pelo corpo reluz o desenho riscado em tua pele
a face que jaz
em tua pele não descansa
Não mais
A insustentável leveza do ser ou a mão que balança o berço.
Post from Ivan.
terça-feira, 9 de junho de 2009
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